Expedição AIRCROSS elege o Pantanal sulmatogrossense como melhor destino

sexta-feira, fevereiro 04, 2011 Águas de Bonito 0 Comments




Ponte sobre o Rio Miranda no Passo do Lontra

Região de Passo do Lontra conquistou 41% dos votos dos participantes
Com tantos destinos incríveis, atividades exclusivas e paisagens inesquecíveis, não é uma tarefa fácil colocar no papel os melhores momentos de uma grande aventura como a Expedição AIRCROSS, que percorreu mais de oito mil quilômetros por territórios ainda poucos explorados do Brasil. Mas, com a ajuda das 40 pessoas que acompanharam a viagem, desde a largada em Porto Real, em 10 de novembro, até a carreata de despedida, em São Paulo, em 10 de dezembro, foi possível elaborar uma lista com os destinos que marcaram a viagem. Confira abaixo os três primeiros colocados.

1º Pantanal (MS)

Pantanal MS 


Nenhum dos outros 16 locais escolhidos pela Expedição AIRCROSS foi tão citado como o Pantanal sulmatogrossense. Com 41% dos votos, a região de Passo do Lontra (MS), com seus tuiuiús, jacarés e araras azuis realmente impressionou os expedicionários.


2º Nova Nazaré (MT) e Parque Nacional da Ilha Grande (PR e MS)
Nova Nazaré - MT Parque Nacional da Ilha Grande - PR e MS
Em segundo lugar, com 12% das citações, ficaram a Aldeia Tritopá – tribo xavante localizada próximo do município de Nova Nazaré (MT) – e o Parque Nacional da Ilha Grande, localizado no Rio Paraná, entre os Estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, onde a turma acampou por duas noites.

3º Mambaí (GO) Mambaí - GO

Na terceira colocação (9%), aparece o pequeno município de Mambaí, localizado no nordeste do Estado de Goiás. Com apenas sete mil habitantes, a cidade é um verdadeiro paraíso escondido dos esportes radicais.
Outros destinos igualmente incríveis como São Luis do Purunã (PR), Barra do Garças (MT), Jaraguá do Sul (SC) e Pedra Menina (ES) também foram citados pelos aventureiros.



Sobre a Expedição
A Expedição AIRCROSS aconteceu de 10 de novembro a 10 de dezembro e teve como proposta fazer um verdadeiro inventário antropológico e cultural do Brasil. O material dará origem em, em 2011, a um documentário sobre a beleza e diversidade brasileira. Os expedicionários viajaram por mais de oito mil quilômetros, para regiões pouquíssimo exploradas, perfeitas para prática de esportes radicais como escalada, rapel, montanhismo, ciclismo, trekking, parapente, entre outros.

A viagem remontou as experiências de André Citröen, fundador da companhia, que, entre as duas guerras mundiais, fez três grandes expedições: para a o Deserto do Saara – viagem que deu origem ao Paris Dakar –, para a África e para a Ásia Central. Em todas elas, levava consigo uma equipe para registrar os traços culturais das regiões pelas quais passava. Na versão brasileira, os expedicionários puderam participar de uma festa tipicamente germânica em uma comunidade alemã no município de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, de um luau na Juréia, no litoral de São Paulo, de um acampamento em uma aldeia Xavante, e, de quebra, escalar o Pico da Bandeira e ver o sol se pôr na Serra do Roncador, santuário metafísico dos esotéricos.

Fonte: Bagarai

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