Bonito recebe edição do Cata Guavira em dezembro

À frente do evento estão os Chefs Paulo Machado, Letícia Krause e Edu Rejala.

 A cidade de Bonito (MS) recebe no dia 2 de dezembro a quarta edição do Cata Guavira. 

O destino é reconhecido mundo afora por suas belezas naturais e pela forma sustentável do modelo de ecoturismo desenvolvido na região e nos últimos anos a gastronomia tem se destacado neste universo turístico regional.

O Cata Guavira tem como objetivo divulgar, promover, valorizar e expandir a gastronomia regional, a comunidade produtora, bem como o aprimoramento de técnicas de cozinha, utilizando produtos regionais, além de propiciar troca de experiência e fomentar a relação entre produtor e consumidor.

À frente do evento estão os Chefs Paulo Machado, Letícia Krause e Edu Rejala.

Para este edição, os organizadores pretendem apresentar o conceito de gastronomia para os estudantes das escolas públicas e particulares de todo o estado, explicando a importância da profissão do cozinheiro e do chef de cozinha para a sociedade.

Estão confirmadas também oficinas que serão realizadas na Feira do Produtor.

O evento é uma realização do Cata - Centro de Atenção & Técnicas com Alimento Ltda -, do Instituto Paulo Machado, da Associação dos Cozinheiros Profissionais do Pantanal e da Abrasel Bonito.

Fonte: Portal Bonito

09 de Novembro - Dia do Hoteleiro


09 de Novembro - Dia do Hoteleiro
Parabéns a todos estes profissionais que engrandecem a atividade turística de sua região e proporcionam aos turistas um bem estar semelhante ao que temos quando estamos em nossos lares.
São os votos da equipe Águas!

BLACK FRIDAY 2017 - Entre para nossa lista VIP


O Black Friday 2017 está chegando, e o Águas de Bonito está preparando ofertas muito especiais para você vir relaxar neste paraíso.

A grande promoção por enquanto é surpresa e só será anunciada no dia do Black Friday (24/11). ATENÇÃO: As primeiras 50 pessoas que fizerem a inscrição na Lista Vip abaixo receberão as ofertas com antecedência. Será uma grande oportunidade para quem deseja aproveitar um bom desconto de hospedagem em um dos melhores hotéis de Bonito!

Preencha o formulário abaixo para participar. Não se esqueça de acessar seu e-mail para confirmar a inscrição!




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Época das secas no Pantanal: uma explosão de vida!


Durante os meses de julho a setembro o Pantanal, a maior planície alagável do planeta surpreende! A vastidão de suas águas, centenas de espécies de animais e a vida serena das fazendas são um convite a turistas de todo o mundo.

Tuas matas e teus campos,
O esplendor do Pantanal,
E teus rios são tão ricos
Que não há igual.
(Trecho do Hino de Mato Grosso do Sul)

Esqueça o barulho dos carros das grandes cidades, engarrafamentos sem fim, filas e a poluição das grandes cidades e embarque nesta viagem rumo a um pedacinho de paraíso onde a paz reina e a beleza é marca registrada deste santuário ecológico.

Durante os meses de maio a setembro, o período da seca (ou estiagem) é agradável para embarcar numa viagem a este pedaço de paraíso. A região é regida por períodos de seca e cheia que mudam radicalmente a paisagem, fazendo com que, salte aos olhos dos turistas toda a sua beleza.



Ao chegar neste santuário ecológico, o turista percebe que está em uma região singular do país, imerso em meio a uma infinidade de animais,  e uma flora multicolorida riquíssima. Pelas estradas vicinais ou caminhos nas matas às margens dos rios é comum passar por capivaras, tamanduás-bandeira, macacos prego, cervos, tuiuiús dentre outros animais.

Para os sortudos, é possível ver a tão cobiçada onça-pintada – maior felino das américas. É o que relata um guia de turismo ao se deparar com uma onça pintada na Fazenda San Francisco:


Foi o melhor avistamento de onça de toda a minha vida. Ela ficou ali, paradinha para todos verem. É um espetáculo da natureza sem explicação”. Elmo – Guia de Turismo

Uma das melhores formas para aproveitar as riquezas do pantanal é hospedar-se nas fazendas. Algumas funcionam como hotéis e pousadas, para uma estadia em meio a natureza. O roteiro é recheado de atividades: tours que começam no raiar do dia. Na programação: safári fotográfico, passeios à cavalo, pesca de piranha, manejo com o gado, caminhada ecológica e passeio de chalana.



Para o agendamento de passeios no Pantanal Sul, entre em contato com nossa agência de turismo receptiva. Acesse nosso site e monte um pacote completo com passeios, hospedagem e transporte e venha conhecer este pedaço de paraíso na Terra!
Acesse: www.aguasturismo.com.br

Divisão dos Estados de MS e MT: 40 anos de independência



11 de outubro de 1977: o Presidente-General Ernesto Geisel assina o documento decretando a emancipação político-administrativa do até então Estado de Mato Grosso.

Data lembrada por ambos Estados, o feriado de divisão de MT e MS é um marco de independência principalmente da Região Sul em relação a Cuiabá. Enquanto alguns ainda condenam as forças divisionistas, outros argumentam que a divisão serviu para impulsionar o desenvolvimento em ambos os estados. Analisemos a seguir um pouco dos “por quês” desta divisão:

A algum tempo atrás…
A primeira tentativa de se criar um novo estado ocorreu em 1892 de forma excêntrica por alguns revolucionários. No ano de 1932 criou-se a Liga Sul Mato-grossense defendido pela autonomia do lado sul, em 1934 e 1946, foram encaminhados aos governos de Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra respectivamente abaixo-assinados solicitando a criação do novo Estado.

Algum tempo depois, no ano de 1974, o Governo Federal, através da Lei Complementar nº 20 estabeleceu a legislação básica para a criação de novos Estados e territórios. Este foi o “buumm” que reacendeu a campanha pela autonomia; em 1976 a Liga Sul Mato-grossense, presidida por Paulo Coelho Machado, liderou a campanha mesmo com a oposição do até então governador de MT, José Garcia Neto.
Mas por que criar o Estado de Mato Grosso do Sul?
Em seu discurso durante a assinatura da já dita Lei Complementar o Presidente Ernesto Geisel afirmou:
" Foi preocupação do meu governo abri o caminho no sentido de uma melhor divisão territorial do país. Considero isso uma necessidade. Necessidade decorrente, em primeiro lugar, da disposição geográfica, decorrente também do desenvolvimento do país e sobretudo da ocupação, da utilização de novas áreas que até agora jazem apenas em estado potencial. Mas decorrente igualmente de uma necessidade de ordem política, tendo em vista um melhor equilíbrio da federação nos dias de amanhã. Mato Grosso do Sul com vocação extraordinária para o desenvolvimento agropecuário e agroindustrial e dos efeitos dinamizadores propiciados pela vizinhança com os estados do Paraná e de São Paulo."
O grande Estado de Mato Grosso apresentada diferenças geográficas, históricas, administrativas e culturais. em outras palavras: era o Norte do Sul.


O lado Sul basicamente era formado pelo Planalto da Serra de Maracaju (com terra, topografia e clima propício à agricultura) e pelas planícies da Vacaria e do Rio Paraguai, ambos excelentes para a pecuária. O lado norte é mais plano e próximo da Bacia Amazônica, bem diferente do Sul, principalmente no clima.
O norte foi povoado, durante os primeiros séculos de ocupação, por aventureiros em busca de riquezas, sem maior interesse no povoamento, tanto que, com o decréscimo da produção do ouro, a população diminuiu. O sul baseou-se na pecuária extensiva, que fixou o homem à terra, beneficiado ainda pela chegada de numerosas levas de imigrantes determinados a fazer riqueza com a pecuária e com a agricultura.


O norte possui tradição cultural mais sólida, mais homogênea. O sul como foi povoado recentemente não possui identidade cultural tão forte, ao contrário, nela se misturam manifestações das mais diversas origens, destacando-se atualmente os paraguaios e os rio-grandense.


Enfim, a criação de Mato Grosso do Sul foi o meio mais adequado para acelerar o desenvolvimento econômico e social de ambos Estados: o sul com excelentes condições para tornar-se um grande produtor de grãos e carne – o norte com condições para o rápido povoamento e ocupação dos grandes vazios.

Referências:
GUIMARÃES, Acyr Vaz; CAMPESTRINI, Hildebrando. História de Mato Grosso do Sul. Edição, 3. Série historiográfica. Editora, Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, 1991.